O PROCESSO DA MORTE

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Quando se fala em morte, logo se pensa em morte física né, mas a primeira morte que a Maioria dos homens experimentam é a morte espiritual. E é dessa morte que Jesus nos ensina a sair dela e ir para a vida eterna, uma vida de relacionamento com o Pai, com o filho e com a família de Deus. Jesus nos diz que para ganharmos a nossa vida, precisamos perdê-la. Sim, ele está dizendo que temos que passar pelo processo da morte. Morrer para este mundo que construímos dentro de nós, com fortalezas e muralhas que foram erguidas pelos traumas, pelos medos, pela rejeição. Temos que viver a cruz de Cristo que Lucas fala no capítulo 9:23-27. Tudo o que Jesus falou, ele praticou. A cruz do sistema religioso é um lugar irreal, místico e totalmente diferente da cruz de Cristo. A cruz virou hoje uma referência de sacrifício, onde Deus sacrificou o seu filho. Parece correto só que num entendimento errado. A forma como você enxerga precisa mudar. Jesus já era um sacrifício desde o primeiro dia em que ele chegou aqui na terra, até àquele dia fatídico, em que ele morre na cruz pregado. Quando ele fala da cruz, Jesus não está falando de um pedaço de madeira, onde ele foi colocado. Ele está dizendo que o negar-se a si mesmo é o segredo para um relacionamento com Deus. O evangelho de Jesus não é um evangelho externo, mas sim interno. Em Lc 9:23 Jesus diz: tome diariamente a sua cruz e depois siga-me. Antes de você seguir ele, precisa primeiro viver a cruz. E viver a cruz significa: arrumar problema com todo mundo;negar sua vontade, aquilo que você acredite ser o certo, seus conceitos, é negar seu mundo interior colapsado e se entregar de corpo, alma e coração a Jesus. Negar a si mesmo é acabar com o que você está sendo atualmente, com o que você tem, sabe, vive e construiu no seu mundo. Depois disso não vai mais existir o si para negar e aí você chega a onde tem que chegar, no início da sua caminhada com Deus de verdade. Quem tem uma vida de cruz diária tem autoridade. A cruz se torna o resultado do negar, e por consequência sua alma é atribulada e com isso você coloca ela no lugar dela e entrega a condução a Deus.

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HAVERÁ TEMPO?

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Dias trancados, dias sem sóis, céus sem nuvens e olhares carrancudos nas janelas. Pessoas de passos apressados tentando acelerar as vidas alheias. Doentes sem cama. Famílias sem pais nem mães, filhos sozinhos a mercê de um destino cruel e desolador. Vejo-me preso sem perspectivas, são poucas as expectativas de novos horizontes. Na televisão mais mortes, mais gente doente e assim mesmo a humanidade não enxerga. E são festejos sem sentido, músicas altas e carnes queimando enquanto pulmões mal conseguem respirar por conta própria. São indivíduos mascarados, que tentam se esconder no meio da multidão. São corações dilacerados por todos os cantos. Empregos desfeitos, amizades perdidas enquanto governantes inescrupulosos riem e debocham da sua dor, no entanto você continua aí a endeusa-los, a venerá-los e curti-los como se eles fossem salvar de fato as suas vidas, mas na verdade o interesse deles é eminentemente cruel. Para que poupar vidas se elas pouco importam? Morrem tantas pessoas diariamente na mesma velocidade que surgem novas raízes, novos laços, novos amanhãs. E assim prosseguimos. Acreditando em milagres. Crendo em palavras de conforto e em discursos vazios. Não precisamos de hospitais, pois não temos doentes. Vamos construir arenas, pois temos torcedores e esses mesmos adeptos dos espetáculos hoje clamam por uma cama de hospital, por uma chance de um dia, quem sabe, sair e poder abraçar quem eles amam. E quando isso é impossível, a gente reflete e chega uma conclusão sem desfecho. Nada vale a pena. Nunca amei, jamais serei amado. Mas para quê pensar nisso se me resta pouco tempo? No entanto existe o prazo do outro. Haverá tempo de ser feliz, de ver sóis nascendo, nuvens formando chuvas e semeando vidas. Haverá tempo de vermos flores desabrochando, de vermos crianças correndo, de vermos nossos pais sorrindo e de enxergamos a alegria das caras sujas dos nossos antepassados. 🤩🤩🤩😍😍😍✏️✏️✏️

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FORÇA, PAULO GUSTAVO!!!

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Eu nunca gostei do Paulo Gustavo, não como pessoa, pois não o conheço, mas como humorista, o tipo de humor dele não me agrada, mas sabe de uma coisa, o cara é corajoso. Eu não faço essa afirmação só porque ele está lutando pela vida dele, mas pela luta diária de ser um homossexual, sim. Nos dias de hoje, onde o preconceito é tido como algo super normal para muitos ele serve de espelho para iguais como ele. Muitas vezes eu fico com um pé atrás na questão da minha sexualidade. Tem horas em que me aceito numa boa, mas tem momentos em que bate aquele sentimento de culpa, e uma pergunta vem à cabeça. - Por que eu fui nascer desse jeito? Todo errado e todo certo? A resposta eu não tenho e também não me interessa. O que importa é apenas a minha felicidade e dos que estão ao meu redor: amigos e família. Ontem eu vi uma postagem falando sobre o estado de saúde do humorista citado no início desse texto, estado crítico. Um comentário bastante infeliz dizia que ele estava como estava graças a um castigo dos céus. Ser gay é viver no limite do pré julgamento alheio. É ter de aguentar doses cavalares de ignorância. É ter de enfrentar as dores e os sabores de ser "diferente", muito embora de diferente a gente não tenha nada. Mas sabe como são as coisas. Um dia você é criticado pelo o que é, e/ou pelo que você faz, nunca vai agradar 100% da sua audiência; é igual ao Paulo Gustavo que não me agrada como humorista, mas como ser humano, lutador da causa LGBT, merece sim o meu respeito e a minha torcida.

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PADRONIZAÇÃO DO SEXO - valentim,nathan 14-02-2021

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Abaixo segue um texto escrito na correria de um simples escritor autônomo em sua rotineira vida de assalariado. No texto a seguir, espero que o leitor medite em cada palavrinha cuidadosamente redigida. Nos dias de hoje percebemos que o sexo transformou em algo fabricado. Deixou de lado toda originalidade, atualmente sexo que é sexo tem que ter puxão de cabelo, tapa na bunda, arranhões ou os famosos jargões. Tudo isso para que o parceiro (a) alcance o ápice da satisfação sexual. Acredito piamente que o sexo deve se expandir, sai do modelismo criado através da indústria pornografia e transcender para novas esferas. A qual deve ser unicamente no envolvimento dos corpos, na troca de energia, acendimento da chama por aquele que você sente uma atração a qual não se explica somente na física e sim cultural. O sexo é algo riquíssimo pois aumenta a queima de calorias, alivia stress, elimina ansiedade em alguns casos tiram dores terríveis do corpo. Agindo até melhor que uma morfina, concordam ? Por fim, o sexo é um presente para que ambos os corpos se conectem, seria uma representação da concordância de dois indivíduos juntos. Obviamente todo diálogo é favorável para alcançar a satisfação que muitos procuram e não acham por não estabelecer essa conversa. O problema inicia quando o parceiro sente a obrigação de cumprir certos requisitos para entrar no padrão social estabelecido, sendo que a prática sexual é livre e senão presente de Deus. Para fechar, volto a indagar: A industria pornografia é o senhor do sexo ou o sexo seu senhor ? Senão uma prática que deveria ser livre de qualquer influência. Instagram@ Nathan Valentim

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a semântica das induções.

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o pretexto em que se adequa determinados movimentos, pressupõe infinitas variações, contanto que seu objeto seja uma constante: a materialização do movimento, que precede os infinitos pensamentos, só pode ser realizado e aplicado, se estiver seguindo as normas do cenário em que é realizado. a potencialização dos estímulos sociais e culturais formadores do indivíduo, foram readequados e transformados em fatores transformadores de sua própria realidade: algo inusitado e perigoso; despertar paixões em um ser, é o ato de controle mais aplicado e visto nos dias atuais. no entanto, atos como esse, dão forças as engrenagens que movem um gigantesco dispositivo de alienação: aquele que não deixa o indivíduo perceber e criar sua própria realidade, afim de obter vantagens. dispositivos de alienação sempre existiram, não nasceram ontem, e nem são imperceptíveis, mas, aqueles que o percebem, percebem a gravidade do problema criado, percebem a formação da ignorância por parte do indivíduo alienado, como fonte de poder do dispositivo - que sempre existirá. o cenário em que estamos, é o mesmo que sempre estivemos, mas as variações de atos de alienação, são muito maiores agora, pois criamos uma realidade na qual a estética persevera sobre tudo e todos, principalmente, sobre o acúmulo massivo de capital: o principal gerador de poder e o principal movedor de desejos e paixões que constituem o ser humano. as vantagens de alienar o outro - voluntariamente ou não - são do mesmo cunho estético, que vão de encontro aos mesmos anseios do alienado: um eterno teatro de fantoches, aonde todos controlam todos e poucos se libertam.

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