Adaga enterrada
Todos os pensamentos confusos, cansados e estimados levarão o príncipe ao alcançar o palácio.
A inocência de uma criança, que ainda foi verdadeira, permanece guardada como uma semente, esperando semear sua beleza verdadeira.
Se tudo aquilo que lhe foi arrancado fosse recuperado de um passado um passado desaforado, entristecedor e difícil de ver.
Escrever sem inspirações é como cantar sem saber ler.
Criado por uma longevidade marcada por prosperidade e aperfeiçoamento, eu entrego minhas armas sem dor e sofrimento, onde aceito minha derrota pela minha paz, alcançando meus ideais.
Assim, sendo uma vitória prometida, sem necessidade em arrancar vidas, minha adaga permanece cravada, combatendo a angústia que soa em minha alma.
Para alcançar a verdadeira paz, o príncipe deixou-se ser atingido, tratando seu rival como um amigo.
Assim, sacrificando-se e enterrando uma história de longa data
se ele ainda lutasse com a sua adaga, temeria o medo de sua futura geração, apenas com sangue nos olhos expressando sua gratidão.
A gratidão que gerou revolta em várias casas: com a desistência do príncipe, sua esposa dorme segura em casa.
Ao fim de uma história sem antecedentes, o príncipe enterra sua dignidade de maneira permanente.
Mesmo diante de sua misericórdia, o inimigo, não satisfeito com sua derrota, aborda o povo em situação deteriorante.
Afinal, nunca foi o bastante.
