Sou do silêncio,
madrugada á dentro, eu me desenho, me encontro. Sou.
Uma parte de mim grita e clama por descanso.
A outra, permanece inquieta e angustiada; ela me pede que eu escreva.
São quase quatro da manhã, e neste silêncio de morte, a minha poética faz som.

