Senta,
que tu está cansada e o mundo te dói em absurdo.
Pede um café, um chá, ou quem sabe, uma taça de vinho.
E me deixa, só por um instante a mais observar com encanto, este teus olhos que transbordam incompreensões e poesia; deixa-me assim, calma e silenciosa, tocar meus pés nas águas frias deste teu mar que nunca, nunca seca.

