Existir entre a dor de não poder mudar o que me rasga e no peito faz morada.
Têm sido esses dias de um luto antecipado, e no choro que de mim não sai, percebo que a minha dor -a maior de todas elas- é está de não ser, de não saber, e de portanto, viver, sem saber quem eu realmente sou.

