“Entender a mecânica da linguagem e do poder semântico que nela há, é de suma necessidade: quase que como o sangue que corre nas veias”
A estrutura gramatical da língua, estabelece uma série de funções e fatores que cada um dispositivo realizará. Sob tutela do implícito, a língua também surge como instrumento de alienação e lesão aos que não se atentam à sua realidade: a simbólica realidade. Sob a ótica analítica das estruturas gramaticais da língua, e do modo em que as pessoas relacionam-se com ela, há um fenômeno em ascensão: de mútua repetitividade de palavras que exprimem um fascínio exacerbado sobre símbolos e representações; uma fenomenológica sedução adnominal; A repetição de palavras postas em um contexto coloquial e menos complexo, direcionadas à uma simbologia e interpretações que sedam a capacidade de relativização do indivíduo e a complexidade analítica sobre a realidade: a ação da língua do fascínio.
A leitura profunda sobre a realidade, exige muito da capacidade gramatical do indivíduo. A capacidade de relativizar e explicar o mundo ao teu redor, é predisposta pela linguagem.

