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iago sepulcro

@iagosepulcrodelima

um intérprete da realidade.

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uma carta para você, e para o mundo.

Pensamentos0h atrás

conclusões, expectativas e experiências: nada disso mais faz sentido. talvez, seja dessa forma, ou não, há sempre a possibilidade do erro da minha parte, como da sua também, mas, dessa vez, não nos aprofundaremos em nossos erros, mas sim em nossos sentimentos e lembranças. cada pedaço de nós, tem uma história; cada pessoa que já passou por nossas vidas, nos deixa um aprendizado. e, de certa forma, não é um problema, já que ainda posso me lembrar de cada uma delas. não vivi muito, e nem pretendo, mas ainda trago comigo o mesmo olhar de quando nos encontramos da última vez - há certas coisas que nunca mudam -, mesmo depois de tantos acontecimentos, certas coisas, nunca, nunca mudam - como já fora dito. quando criança, sempre tive o sonho de salvar o mundo, como os heróis que via na televisão, e vos digo, hoje não mais tenho essa objeção, pois tenho certeza de que, não há chances de salvá-lo. o apego emocional aos que me deixaram, sempre foram o maior - não por ingratidão aos que sempre estiveram aqui, mas por anseio de momentos que eu vivia em meu subconsciente: momentos que infelizmente não pude viver. o apreço que tenho pela minha infância, é algo íntimo e imaginativo, pois já me disseram coisas, que infelizmente acabaram com tudo aquilo que eu pensava ser o certo...destruíram minha realidade, ou talvez, eu que errei em ter posto sentimentos demais em lembranças - de um certo modo, as manipulando e as trazendo para o âmbito imaginativo. enfim, aqui acaba o texto, mas talvez eu volte a escrevê-lo...

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a semântica das induções.

Artigos0h atrás

o pretexto em que se adequa determinados movimentos, pressupõe infinitas variações, contanto que seu objeto seja uma constante: a materialização do movimento, que precede os infinitos pensamentos, só pode ser realizado e aplicado, se estiver seguindo as normas do cenário em que é realizado. a potencialização dos estímulos sociais e culturais formadores do indivíduo, foram readequados e transformados em fatores transformadores de sua própria realidade: algo inusitado e perigoso; despertar paixões em um ser, é o ato de controle mais aplicado e visto nos dias atuais. no entanto, atos como esse, dão forças as engrenagens que movem um gigantesco dispositivo de alienação: aquele que não deixa o indivíduo perceber e criar sua própria realidade, afim de obter vantagens. dispositivos de alienação sempre existiram, não nasceram ontem, e nem são imperceptíveis, mas, aqueles que o percebem, percebem a gravidade do problema criado, percebem a formação da ignorância por parte do indivíduo alienado, como fonte de poder do dispositivo - que sempre existirá. o cenário em que estamos, é o mesmo que sempre estivemos, mas as variações de atos de alienação, são muito maiores agora, pois criamos uma realidade na qual a estética persevera sobre tudo e todos, principalmente, sobre o acúmulo massivo de capital: o principal gerador de poder e o principal movedor de desejos e paixões que constituem o ser humano. as vantagens de alienar o outro - voluntariamente ou não - são do mesmo cunho estético, que vão de encontro aos mesmos anseios do alienado: um eterno teatro de fantoches, aonde todos controlam todos e poucos se libertam.

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