conclusões, expectativas e experiências: nada disso mais faz sentido. talvez, seja dessa forma, ou não, há sempre a possibilidade do erro da minha parte, como da sua também, mas, dessa vez, não nos aprofundaremos em nossos erros, mas sim em nossos sentimentos e lembranças. cada pedaço de nós, tem uma história; cada pessoa que já passou por nossas vidas, nos deixa um aprendizado. e, de certa forma, não é um problema, já que ainda posso me lembrar de cada uma delas. não vivi muito, e nem pretendo, mas ainda trago comigo o mesmo olhar de quando nos encontramos da última vez - há certas coisas que nunca mudam -, mesmo depois de tantos acontecimentos, certas coisas, nunca, nunca mudam - como já fora dito. quando criança, sempre tive o sonho de salvar o mundo, como os heróis que via na televisão, e vos digo, hoje não mais tenho essa objeção, pois tenho certeza de que, não há chances de salvá-lo. o apego emocional aos que me deixaram, sempre foram o maior - não por ingratidão aos que sempre estiveram aqui, mas por anseio de momentos que eu vivia em meu subconsciente: momentos que infelizmente não pude viver. o apreço que tenho pela minha infância, é algo íntimo e imaginativo, pois já me disseram coisas, que infelizmente acabaram com tudo aquilo que eu pensava ser o certo...destruíram minha realidade, ou talvez, eu que errei em ter posto sentimentos demais em lembranças - de um certo modo, as manipulando e as trazendo para o âmbito imaginativo. enfim, aqui acaba o texto, mas talvez eu volte a escrevê-lo...

