Me enganei meu amor, me enganei.
Vivo de estilhaços, pisoteando em
Cacos enquanto meus pés almejam
mais,
Não eram verdes os pastos
Nem vasta era a vargem,
Eles não nos amam, como diziam.
E mergulhamos sempre nesta mesma lama, enquanto minhas mãos
Esfregam nossos corpos tentando
Livrar-nos de toda está sujeira,
As algemas me atrapalham,
Toda a liberdade tem um custo,
Dei minha vida em troca dela...
Fomos enganados!

