— Vives de um flertar com a morte nas alvoradas...
Denunciam-me as madrugadas.
Com ar indiferente entrego meus óculos ao Louco (minha sombra) em uma ponte que da Vista para os desejos disformes
— O que vês? diz o louco.
Vejo o mais íntimo de mim mesmo, Nestas negras águas de reflexos afogados.

