As vezes eu choro de saudades.
Desesperadamente, de uma saudade tão boba que provavelmente o outro nem lembra!
E eu me pergunto o porquê disso toda vez. Por que eu tenho que chorar? Por que sobrou pra mim todas essas faltas?
Os dias continuam passando com suas 24 horas infinitas. Os anos se renovam na palidez do 31 de dezembro.
E eu continuo aqui, exatamente no lugar onde me coloquei. Longe de você.
Amores de verão deviam sem proibidos! Principalmente aqueles que se arrastam pelas estações e perduram no íntimo mais íntimo do nosso ser.

