De tempos em tempos, tu vens à minha mente; e acaba virando rotina a luta para deixar de pensar em ti. Tu, então, tornaste-te convívio em mim. Tu navegas em meu vazio mar de devastação; trazendo-me, como sempre, a paz que ouvi da solidão. Paz que vem com o silêncio de amor que o destino, talvez, contar-te-a.
Rustic writer
Russiann_poet

