Eu, primeiro, viajei e me perdi pelas estradas utópicas de teu corpo; a maliciosa neblina de mistério que provém de ti cega a mim.
Vi-me, depois, preso em teu olhar, percebi a profundidade em que eu acabara de mergulhar em o teu profundo mar.
Eu, logo após, entendi que toda a tua profundidade trazia mistérios inimagináveis o qual eu deveria desvendar, curar, cuidar.
Eu, então, entendi que as tantas formas que tens de me dominar são, na verdade, um pedido para te salvar.
Eu, contudo, entendi que, na verdade, tu vieste proteger a mim; libertar-me dum deserto mar de solidão, fazendo-me refém de nossa paixão.
Rustic writer
Russiann_poet

