Num turbilhão de pensamentos, o medo me consome; traz-me lembranças de fracassos constantes e perturbadores.
Ser invasivo em si próprio, fazer-se acreditar que o caminho a seguir, aquele que traz medo, às vezes, é o correto a prosseguir!
Eu mesmo, perdoe-me por não ser; perdoe-me não demostrar a força de uma rocha; mas, vem de ti, a força que renasce em mim.
Transpareces o céu que traz à minha salvação, és como o sol a trazer vida em meio à minha solidão.
Peço-te que me tire da devastação, do mundo dos medos e da ilusão de que a tristeza e o exílio são a minha redenção, a minha condição!
Rustic writer
Russiann_poet

