A lua que nos move está escura
E o canto que nos guia está sombrio
Quem “dera” a lua despertasse
quando cantigas de ninar acalentassem nosso ser...
Livre, despretensioso,
o coração pensou feridas adormecidas e o canto de um pássaro ao longe, passou despercebido dos homens que semeavam a terra
Mãos calejadas colheram nuvens perfumadas e ceifaram tempestade de orvalho,
como se fossem jardins encantados
de um tempo também encantado
E carregado de eternidade

