Saudades...
De quando tu sorrias de meu falar, de quando tu te encantavas e teu olhos brilhavam pelos meus escritos de amor.
Tu ultrapassaste a minha barreira de solidão e exergaste o meu jardim.
O meu lindo jardim dos sonhos, lugar inabitado e esquecido por mim; esquecido por não mais existir o belo. Mas o destino, então, me levara, antes de te encontrar, ao meu jardim obscuro e solitário; o vazio deserto de meu ser, o meu Jardim das desilusões. Jardim que me apresentou à solidão. Solidão que acalmou o meu coração. E disse-me, também, que para viver uma grande paixão...
Eu deveria, o inesperado, aguardar; a minha alma gêmea para entrelaçar com trocas sinceras e batimentos livres à revolução do amar.
Na verdade, quando eu cheguei, ela já falara o teu nome ao invés da palavra amar.
Rustic writer
Russiann_poet

