Eu pus, que tu eras a minha alma gêmea, em minha cabeça. Foi meio que de brincadeira, um amigo, pois, falara, em tom de risos, que tu eras. Eu pus em a minha cabeça. Eu acreditara que tu poderias ser quando eu caí em mim, quando eu percebi que tu nem sabias de minha existência, ou sabias sem ao menos prestar muita atenção. Quando eu caí em mim, já me perdera em meus sonhos infundados mais reais, pensamentos que outros não tiveram iguais, sonhos de o mais belo amor, sonhos com carinho e um pouco de pudor, pois para quem viveu no intrínseco da devassidão, não poderia eu sonhar com minha igual metade sem ao menos pedir um pouco de perdão. Perdão por me esquivar do acreditar; perdão por não falar; perdão por, a outras, entregar-me, sem ao menos, a minha alma gêmea, esperar.
Rustic writer
Russiann_poet

