Nesse universo fantasioso,
nessa estranha felicidade
de brócolis
Jamais teremos
as estrelas verdejantes
dos pátios abertos
Jamais teremos
as escaladas infinitas
do tempo inesgotável
Necessitamos fincar os pés
de alface
na dura terra
de pedras escaldantes,
para enfim colher
a paz,
na tenra relva
do infinito

