Por mais que eu seja forte, por mais que eu sonhe; eu não consigo acreditar na realidade de um amor. Em dias triste, eu preciso do teu colo. A falta de ouvir o teu bom dia ao amanhecer me tira o suspiro do bem acordar. Então, eu tento não pensar em ti; mas o não pensar é a maior disputa com meu intrínseco ser.
Tu pairas como folha seca ao vento em meu jardim interno de devastação. Caminhas vagarosamente por todas parte de um imaginário que, de costume, navega no mar da solidão.
Eu navego à deriva em pensamentos ambíguos que travam a maior batalha do meu destruido jardim. A batalha entre o acreditar e desacreditar em nosso amor.
Então, caio em mim, caio em algum lugar. lembro-me, então, que tu só existes dentro de uma ilusão criada à minha vontade intermitente de viver para te amar. Ilusão que me mantém vivo dentro de um obscuro mar ao qual fui condenado por ser poeta e sonhar.
Rustic writer
Russiann_poet

