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Nathan Valentim

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PADRONIZAÇÃO DO SEXO - valentim,nathan 14-02-2021

Artigos0h atrás

Abaixo segue um texto escrito na correria de um simples escritor autônomo em sua rotineira vida de assalariado. No texto a seguir, espero que o leitor medite em cada palavrinha cuidadosamente redigida. Nos dias de hoje percebemos que o sexo transformou em algo fabricado. Deixou de lado toda originalidade, atualmente sexo que é sexo tem que ter puxão de cabelo, tapa na bunda, arranhões ou os famosos jargões. Tudo isso para que o parceiro (a) alcance o ápice da satisfação sexual. Acredito piamente que o sexo deve se expandir, sai do modelismo criado através da indústria pornografia e transcender para novas esferas. A qual deve ser unicamente no envolvimento dos corpos, na troca de energia, acendimento da chama por aquele que você sente uma atração a qual não se explica somente na física e sim cultural. O sexo é algo riquíssimo pois aumenta a queima de calorias, alivia stress, elimina ansiedade em alguns casos tiram dores terríveis do corpo. Agindo até melhor que uma morfina, concordam ? Por fim, o sexo é um presente para que ambos os corpos se conectem, seria uma representação da concordância de dois indivíduos juntos. Obviamente todo diálogo é favorável para alcançar a satisfação que muitos procuram e não acham por não estabelecer essa conversa. O problema inicia quando o parceiro sente a obrigação de cumprir certos requisitos para entrar no padrão social estabelecido, sendo que a prática sexual é livre e senão presente de Deus. Para fechar, volto a indagar: A industria pornografia é o senhor do sexo ou o sexo seu senhor ? Senão uma prática que deveria ser livre de qualquer influência. Instagram@ Nathan Valentim

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A LIBERDADE DE XINGAR

Artigos0h atrás

_ Todos possuem este hábito, seja inconscientemente ou conscientemente. Seja verbalmente ou através das expressões não faciais. O xingamento é aquilo que sai do fundo do seu coração, no exausto momento de furor, insatisfação qual seja o motivo. A variação de registro deve ser adotada, dentro e fora do âmbito acadêmico. No barzinho do Sr. Chico fala-se palavrões e gírias, enquanto que numa entrevista de emprego o uso formal da língua passa ser exigida. Claramente a linguagem normativa serve para compreensão entre os falantes de uma língua, mas qual serventia teria o xingamento ? Senão para aliviar as dores da alma e mostrar sua insatisfação quanto a temática debatida. Por mais vasta seja a língua portuguesa, nos faltam adjetivos para classificar o política ladrão, estupradores, doenças terminais e outras trilhões de mirabolantes questões do cotidiano. Deste modo, vejo o xingamento como um ato de expressão livre, uma ação de liberdade linguística. _ A qual todo indivíduo deve ter a escolha de falar-lhe ou não, obviamente os xingamentos não são bem vistos. Nem por isso, devemos deixá-los de lado, tudo que vejo por aí é um bando de pessoas que ao ouvirem o interlocutor dizer palavrões, ficarem perplexas como se isto fosse algo incomum, uma violação moral, ética e criminal. Penso que , se as pessoas podem controlar tudo que a outra fala, certamente nos faltará amanhã a livre escolha de falar ou não palavrões. É importante que o leitor não feche este pequenino texto com a rasa interpretação que o mesmo é na defesa exclusivamente dos palavrões, sendo que é muito mais amplo que isto, pois numa possível falta de liberdade individual podemos dizer adeus a qualquer forma de expressão verbal. Compreendem ? siga-me no Instagram @nathan_valentim

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