Co’a carne amargurada e aos retalhos,
em suma, sola dor e sofrimento…
Orei ao Santíssimo Sacramento:
- Perdoa, Meu Senhor, os meus atalhos…
Se o Teu silêncio é tudo o que eu mereço,
pois todo instante o mal é o que prefiro,
derrama, pois, a Graça em quem eu firo
pois tudo o que eu perdoo, me esqueço.
Não deixes que’u te negue ao som do norte
mas ergues-me, Senhor, à Tua morte
se for em conta à Tua vontade…
A dor da carne é bruta em ironia:
- Vingança é o prazer de um só dia,
perdão levanta a vida à Eternidade!

