O DEUS DE UM, FORTUNA DOUTRO!
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O DEUS DE UM, FORTUNA DOUTRO!

Satélite.

Corpo Etéreo, Gigante massa Dura!

Amiga inseparável.

Estrutura Secundária, Ligada a outra Primordial!

Cio dos animais.

De-í-fi-co!

Prata pura, Agê-é!

Poeta cinza, Solitária! Cicatrizada como eu!

Flagelo de Punições, Meteóricas!

Removedora dum conceito!

de Desimportância, dum Coadjuvante!

Morada de São Jorge!

Sofá de apollo, Ártemis e mais uns onze.

Círculo Branco Inexorável!

Material de todas as artes!

Protetora do ontem, amanhã e mais Uns anos.

Dona das marés, portadora da luz na sombra!

Piedosa mãe que Cuida da caça!

A Verdadeira guardiã! do Firmamento!

Detentora de Vinte sete por Cento:

Do tal diâmetro,

E sessenta da densidade!

em Relação a Centena Do Berço original!

 

Teu Semieixo maior! - trezentos e Oitenta e quatro mil, vezes mil Quilômetros.

Teu Perigeu! - Trezentos e sessenta Mil, vezes mil quilômetros.

Teu Apogeu! - quatrocentos e Cinco mil, vezes mil Quilômetros!

 

O Fim de Lunokhod Um!

Demandadora de reatores de Tório!

Estilista de Sismógrafos como chapéus Magnetométricos!

Ó Selene!

Irmã de Hélio e Éos!

Semper in angaria!

Hac in mora!

Sine mora!

Espinha Irritante de Daedalus!

Abbot de Clementine!

Azophi, Faustini!

Adeus Cabeus!

 

Ô Bola!