DESJEJUM DE SACHER-MASOCH
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DESJEJUM DE SACHER-MASOCH

Talvez Pavlov tivesse de mim, Orgulho.

Orgulho!

Compreendi sua teoria, eu

De forma tão Banal, Tão Chula, canalha,

Suportei o condicionamento Clássico,

Com esses olhos Meus.

Associei o cão ao helminto, Não!

Juro, não minto! Ligo A bisteca a plateia,

Ao gizo; a Inevitável Geena:

O Nefasto lar do Catabolismo.

 

Agora, minto. De Lar tinha nada,

Jamais fora, Jamais seria

Morada.

 

Deleito-me, Ó!

Com esse Banquete previamente

Estertor! apimento as arrobas Gordas

De polhastro com um Sádico

Molho À campanha Que dias

Mais sumos, já viu.

 

Cheirava colorido!

 

Teu nome de Batismo?

Escárnio.

 

Deleito-me, Ó?!

O maior dos Lexicólogos teria no

Mínimo, conato! Para Descifrar E

Catalogar os jargões boquirrotas

Que evoquei de Cheia, a boca!

Pois o Nato da ortotanásia

Interpreta, o exício da gula, vê!

Fita não, goza!

 

O anfiteatro da Morte

Direcionado é, não aos defuntos,

Mas aos Órfãos que a

Postergam.

 

-Do Poeta Cicatriz