O amor é quando tudo já não faz
mais sentido.
É quando a indecisão
toma conta de tudo.
É quando você se afoga
com a água batendo em
seus joelhos.
Tudo que não se pode explicar.
Mas quem sou eu para definir
o amor?
Amei apenas algumas
vezes,
mas é possível notar.
O amor também floresce com a semente do ódio,
talvez
o amor
seja uma árvore com duas sementes,
mas somente um fruto,
que quando cortado
em duas partes,
será duas bandas,
uma de amor
e outra
de ódio.
Talvez não devêssemos procurar
a nossa metade da laranja,
pois ela pode ser a metade de
nosso ódio
ou simplesmente a metade de
nosso amor,
mas como pode ver,
o amor é sempre assim,
uma tremenda aposta
arriscada.

