duas da manhã;
e a culpa esmaga minh'alma;
dois copos de café jazem vazios,
as mentes arruinadas com perguntas toscas sentem saudade de viver.
saudade do que antes era real,
e que por medo da queda,
agora não passa
de um sonho distante.
sentem que a felicidade errou a porta,
quando sequer recebeu o endereço.
e a culpa chega.
espero que junto chegue este poema,
e te faça voltar a amar.
(mas não existe culpado,
apenas volte a amar,
volte)

