Cá onde os espinhos massageiam
o ego inflamado dos percalços
é quando o futuro nos tonteia
e a alma segue em frente. Pés descalços...
Então na estrutura das estradas
que não entendem forma de voltar,
distante das desculpas mal contadas
botamos as palavras para andar!
Mas logo o sonho sofre outra queda
buscando um sentido a nova meta
no fim que é o certo aos destinos...
Erguendo-se de novo segue adiante
e o amor toma a forma de um gigante,
trancado num coração pequenino!

