Na infância ganhei uma caixinha de madeira da minha vó. Guardava nela por vezes cartas de amizades velhas, enfeites de cabelos de quando era pequena, canetas sem tintas,moedas e etc. Tudo o que achava valioso escondia lá. Na minha inocência,ali estava meu sorriso capturado.
Hoje lembro- me com felicidade de cada detalhe.
Não a possuo mais.
Aquela caixa hoje são só memórias.
O que fica guardado no peito é felicidade eternizada.
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