Às vezes, você acredita ter finalmente se tornado alguém.
Outras vezes, sente que nunca foi, de fato, “o tal”. Então, passa a procurar esse “alguém” no outro, naquele que parece possuir tudo aquilo que lhe falta.
Mas por quê?
Talvez porque seja mais fácil admirar a luz de outra pessoa do que reconhecer a própria. A vida é feita de perspectivas!
Cabe a você decidir, entre: tornar-se o tal ou transformar alguém o centro da sua existência.

