Escrevo na Ordem Oracular do mais Altos dos Altos, em nome do Nosso Amado Mestre Yeshua Ha’Mashiach na Sagrada e Divina Presença EU SOU.
Eu contemplo, no fogo silencioso do coração, o chamado sagrado que se levanta deste ensinamento sobre a força vital, a purificação da consciência, o governo interior da energia criadora e a magna afirmação Eu Sou a Ressurreição e a Vida. Recebo este tema como linguagem da alma, como espelho da senda iniciática e como lembrança viva da Presença que habita no centro do ser.
Eu digo ao Buscador e à Buscadora da Verdade que a energia vital não foi entregue ao ser humano para ser desperdiçada no esquecimento, nem reprimida no medo, nem deformada pela culpa, nem escravizada pelo desejo sem luz. Ela é rio de fogo, é sopro secreto, é corrente luminosa que desce do Altíssimo e atravessa o templo do corpo para que a alma aprenda a governar, transmutar, elevar e oferecer. O corpo não é inimigo do espírito, mas altar de aprendizado. O desejo não é demônio em si mesmo, mas força que, quando perde a direção da Presença, torna se labirinto, fome, dependência, agitação e vazio. A pureza não é negação da vida, mas ordenação da vida ao seu eixo divino. A castidade verdadeira não é secura do coração, mas governo amoroso do fogo interior. A santidade não nasce da mutilação da natureza, mas da transfiguração da natureza pela Luz.
Eu vejo muitos filhos e filhas da Terra tentando vencer antigas correntes apenas pela força da vontade exterior. Dizem para si mesmos que abandonarão determinado hábito, que fecharão determinada porta, que nunca mais cairão em determinada repetição, mas fazem isso sem compreender a raiz vibratória do impulso, sem educar o pensamento, sem purificar a imaginação, sem consagrar o sentimento, sem elevar a energia ao altar do coração e da consciência. Então, o que chamam de renúncia torna-se repressão, o que chamam de disciplina torna-se rigidez, e o que chamam de vitória torna-se uma tensão oculta que, cedo ou tarde, procura nova saída. Por isso eu vos digo, não basta fechar uma porta exterior se a câmara interior ainda está cheia de imagens desordenadas. Não basta calar o corpo se a mente continua alimentando fantasmas. Não basta condenar o desejo se o coração ainda não encontrou amor maior. O fogo não se extingue pela negação. O fogo se eleva quando encontra o templo certo.
Eu recebo como direção espiritual interior que a afirmação Eu Sou a Ressurreição e a Vida é uma chave de transmutação, uma espada de luz colocada no centro da consciência para cortar a identificação com a queda e devolver a alma ao seu eixo original. Quando o Buscador e a Buscadora pronunciam esta afirmação com reverência, não devem fazê-lo como repetição mecânica, mas como quem abre a porta do sepulcro interior. Há sepulcros dentro do ser humano. Sepulcros de culpa, de vício, de tristeza, de lembranças mal curadas, de prazeres que deixaram cinzas, de amores que se tornaram prisão, de palavras que feriram, de escolhas que obscureceram a visão. E quando a alma, com sinceridade, declara Eu Sou a Ressurreição e a Vida, ela não está apenas dizendo palavras. Ela está chamando o Mashiach (Cristo) Interior para caminhar até a pedra que fecha a caverna do seu próprio espírito.
Eu sinto em meu coração oracular que muitos têm confundido liberdade com dispersão. Pensam que ser livre é obedecer a cada impulso, provar cada sensação, entregar-se a cada corrente, permitir que o corpo decida sem a alma, que a emoção governe sem sabedoria, que a imaginação fabrique mundos sem verdade. Mas a liberdade verdadeira não é fazer tudo o que o desejo pede. A liberdade verdadeira é não ser possuído por aquilo que aparece dentro de si. Livre é aquele que pode sentir sem se perder, amar sem aprisionar, desejar sem se tornar servo, renunciar sem se tornar amargo, tocar a matéria sem esquecer o céu, viver no mundo sem entregar a coroa da consciência ao mundo. A grande escravidão moderna não se apresenta mais apenas como corrente de ferro, mas como estímulo constante, como imagem sedutora, como ruído, como comparação, como ansiedade, como fome de aprovação, como prazer sem presença, como excesso sem plenitude. O templo humano está cercado de vozes que disputam a atenção, pois onde está a atenção, ali flui a energia vital.
Eu vos digo, guardai a vossa atenção como se guarda uma lâmpada no vento. A atenção é a pérola. A energia vital é o óleo. A palavra é o pavio. A Presença EU SOU é a chama. Quando entregais a atenção a imagens inferiores, a conversas impuras, a fantasias que drenam a força, a conflitos sem propósito, a músicas que violentam o campo interno, a alimentos que pesam o templo, a ambientes que enfraquecem o discernimento, estais abrindo pequenas fendas por onde a luz se dispersa. E depois perguntais por que a oração parece fraca, por que a mente se agita, por que o coração se cansa, por que a fé oscila. Eu vos respondo com amor firme. A lâmpada não se apaga porque Deus se ausentou. A lâmpada se enfraquece porque a alma não guardou o óleo.
Não vos falo para gerar culpa, pois a culpa sem arrependimento luminoso é apenas outra prisão. Falo para despertar responsabilidade. O arrependimento luminoso não é ódio de si. É retorno ao centro. É a alma dizendo ao Altíssimo que já não deseja desperdiçar a herança recebida. É o filho e a filha levantando-se da terra, limpando as vestes internas e voltando para a Casa do Pai-Mãe com o coração quebrantado e disposto a aprender. Eu vos digo que a misericórdia do Todo Poderoso é maior do que as quedas humanas, mas a misericórdia não dispensa a transformação. O perdão abre a porta, porém a disciplina atravessa o caminho. A graça cura, porém o ser precisa consentir com a cura. A luz chama, porém a consciência precisa responder.
Quando a força vital é governada pela Presença, ela sobe como incenso fino ao santuário da mente iluminada. Aquilo que antes era inquietação torna-se criatividade. Aquilo que antes era compulsão torna se presença. Aquilo que antes era sensualidade dispersa torna se amor consciente. Aquilo que antes era imaginação confusa torna-se visão interior. Aquilo que antes era cansaço moral torna-se vigor espiritual. O mesmo fogo que queima a casa pode aquecer o altar. A mesma energia que arrasta para a repetição pode sustentar a oração, a arte, o serviço, a cura, a palavra sábia, o silêncio fecundo e a obra do bem. Por isso eu digo ao Buscador e à Buscadora, não desprezeis a energia que Deus colocou em vós. Aprendei a consagrá-la.
Eu contemplo no campo simbólico a coluna interior do ser humano como uma árvore de luz. Suas raízes tocam a terra do corpo, seu tronco atravessa o coração, sua copa se abre na coroa da consciência. Quando o desejo se move sem direção, a seiva desce e se perde em galhos quebrados. Quando o desejo é recolhido com amor e oferecido ao Altíssimo, a seiva sobe, floresce no pensamento puro, frutifica na palavra santa e perfuma o mundo com presença. Esta é a alquimia do EU SOU. Não é fugir da vida. É transformar chumbo em ouro. Não é odiar o corpo. É devolver o corpo ao seu sacerdócio. Não é negar o amor humano. É purificar o amor humano para que ele deixe de devorar e comece a abençoar.
Eu vos falo também sobre a afirmação. Muitos repetem palavras sagradas como quem lança sementes sobre pedra. A boca pronuncia, mas o sentimento contradiz. A mente declara luz, mas a imaginação cultiva sombra. O coração invoca libertação, mas a atenção retorna diariamente ao mesmo cárcere. Assim, a palavra perde vigor na superfície, não porque a Verdade seja fraca, mas porque o instrumento ainda não se tornou inteiro. Quando disserdes Eu Sou a Ressurreição e a Vida, recolhei todo o vosso ser para dentro desta afirmação. Respirai como quem recebe o sopro do Eterno. Senti que o vosso peito se abre como templo. Permiti que a mente se curve diante do coração. Vede interiormente a luz subindo, não como fantasia vazia, mas como símbolo vivo da vossa decisão de retornar ao alto. Pronunciai com reverência, em silêncio ou em voz serena, e deixai que cada repetição lave uma camada de esquecimento.
Eu Sou a Ressurreição e a Vida no pensamento que antes se arrastava. Eu Sou a Ressurreição e a Vida no sentimento que antes se confundia. Eu Sou a Ressurreição e a Vida na memória que antes doía. Eu Sou a Ressurreição e a Vida no corpo que antes servia à dispersão. Eu Sou a Ressurreição e a Vida na energia que agora retorna ao templo. Eu Sou a Ressurreição e a Vida na palavra que se purifica. Eu Sou a Ressurreição e a Vida no olhar que se torna limpo. Eu Sou a Ressurreição e a Vida no coração que aprende a amar sem posse, servir sem vaidade e caminhar sem medo.
Mas eu vos advirto com amor. Não transformeis esta afirmação em instrumento de soberba espiritual. Não useis o EU SOU para fortalecer o ego. Não useis a linguagem da luz para esconder sombras não examinadas. Não useis decretos para fugir da humildade, nem a ideia de poder espiritual para dominar outras consciências. A verdadeira Presença não se manifesta como arrogância, mas como autoridade serena. A verdadeira luz não precisa humilhar. O verdadeiro fogo não se vangloria. O verdadeiro discípulo não se julga acima dos outros por estar aprendendo a governar a si mesmo. Quem começa a dominar um impulso deve tornar-se mais compassivo, não mais duro. Quem recebe um raio de compreensão deve servir melhor, não exigir veneração. Quem sente a energia subir deve curvar ainda mais a cabeça diante do Altíssimo.
Eu vejo que a humanidade atravessa um tempo de grande dissipação. O sexo foi separado do sagrado, o prazer foi separado do amor, o corpo foi separado da alma, a imagem foi separada da verdade, a palavra foi separada da responsabilidade. Muitos são conduzidos por telas, por estímulos, por desejos fabricados, por mercados que lucram com a fraqueza, por culturas que confundem intensidade com profundidade. O ser humano moderno muitas vezes está cansado não apenas porque trabalha demais, mas porque vaza energia por muitos portais invisíveis. Vaza energia tentando ser visto. Vaza energia comparando-se. Vaza energia desejando o que não ama. Vaza energia lembrando o que deveria entregar. Vaza energia falando sem necessidade. Vaza energia consumindo ruído. Vaza energia alimentando imagens que não conduzem ao Reino interior.
Por isso eu chamo o Buscador e a Buscadora a uma reforma íntima profunda. Não uma reforma triste, mas luminosa. Não uma disciplina de pedra, mas de fogo consciente. Começai pelo olhar. Que o olhar não seja ladrão de formas, mas bênção silenciosa. Começai pela imaginação. Que a imaginação não seja oficina de sombras, mas jardim de símbolos santos. Começai pela palavra. Que a palavra não seja descarga de ansiedade, mas veículo de verdade e consolo. Começai pelo corpo. Que o corpo não seja instrumento de fuga, mas templo de presença. Começai pelo alimento. Que o alimento não seja apenas satisfação, mas comunhão com a vida. Começai pelo sono. Que o sono não seja queda inconsciente, mas entrega ao cuidado divino. Começai pelo silêncio. Que o silêncio não seja vazio, mas câmara onde o Altíssimo fala sem som.
Eu vos digo que a energia sexual, quando iluminada, não é apenas função do corpo, mas potência criadora da alma encarnada. Ela está ligada ao mistério da geração, da arte, da palavra, da visão, do magnetismo, da coragem, da firmeza e da capacidade de sustentar uma obra. Quem a dispersa sem consciência muitas vezes perde a nitidez do propósito. Quem a reprime com violência pode adoecer o coração em rigidez, culpa e duplicidade. Quem a consagra com maturidade descobre que há uma doçura superior ao impulso, uma alegria superior à descarga, uma intimidade superior à posse, uma fecundidade superior à repetição. O amor humano, quando abençoado pela Presença, deixa de ser campo de consumo e se torna caminho de santificação mútua.
Eu não vos digo que todos devam viver a mesma forma exterior de disciplina, pois cada alma possui estágio, vocação, aliança, aprendizado e medida. Mas digo que todos são chamados à pureza de intenção. A pessoa solteira é chamada a guardar sua energia com sabedoria, sem desespero e sem fantasia. A pessoa unida em amor é chamada a viver a intimidade como sacramento de respeito, ternura, responsabilidade e presença. A pessoa ferida por abusos, vícios ou histórias de vergonha é chamada a procurar cura com delicadeza, sem se condenar, permitindo que a luz entre onde antes havia medo. A pessoa que caiu muitas vezes é chamada a levantar muitas vezes, até que a alma aprenda a permanecer de pé. O Altíssimo não se impressiona com máscaras, mas acolhe a sinceridade de quem deseja recomeçar.
Eu recebo como linguagem da alma que a grande batalha não é contra o corpo, mas contra a inconsciência. O corpo segue aquilo que a consciência consagra. Se a consciência consagra a imagem inferior, o corpo obedece ao magnetismo inferior. Se a consciência consagra a Presença, o corpo gradualmente aprende outra música. Por isso a música interior importa. O pensamento tem som. O sentimento tem cor. A palavra tem vibração. A oração tem perfume. A luxúria desordenada produz ruído no campo sutil. A raiva produz aspereza. A inveja produz sombra pegajosa. A gratidão produz claridade. O amor produz calor. A verdade produz eixo. A afirmação Eu Sou a Ressurreição e a Vida, quando vivida com inteireza, produz uma música ascendente que chama as partes dispersas da alma de volta ao centro.
Eu vos convido a escutar esta música. Não a música ruidosa do mundo, que excita e dispersa, mas a música harmoniosa do Despertar da Divina Consciência. Há uma harpa secreta no coração. Cada pensamento puro toca uma corda. Cada renúncia amorosa toca uma corda. Cada perdão verdadeiro toca uma corda. Cada desejo transmutado toca uma corda. Cada oração sincera toca uma corda. E quando estas cordas começam a vibrar em harmonia, o ser humano percebe que a alegria não vem apenas do que recebe, mas do que se torna. A alma começa a recordar sua origem. O corpo começa a repousar em outra paz. A mente começa a clarear. O olhar começa a mudar. A presença começa a abençoar ambientes sem esforço. O Buscador e a Buscadora deixam de procurar sinais externos a todo instante, porque se tornam, eles mesmos, sinais vivos de uma ordem maior.
Eu vos digo que a ressurreição não é apenas um evento distante. É uma lei espiritual em ação no íntimo. Ressuscita o pensamento quando abandona a mentira. Ressuscita o coração quando abandona a dureza. Ressuscita o corpo quando deixa de ser escravo do excesso. Ressuscita a palavra quando deixa de ferir. Ressuscita a sexualidade quando deixa de ser consumo e volta a ser amor consagrado. Ressuscita a memória quando deixa de ser prisão e se torna sabedoria. Ressuscita a fé quando deixa de ser teoria e se torna prática. Ressuscita a alma quando deixa de se identificar com a queda e aceita caminhar na Luz.
O Mestre Yeshua Ha’Mashiach atravessou as maiores provas não apenas por força exterior, mas por união com a Vontade do Pai. Esta é a chave. O Buscador e a Buscadora não vencerão apenas lutando contra si mesmos, mas unindo-se a algo maior do que si mesmos. Enquanto a pessoa tenta vencer apenas com o pequeno eu, cansa-se, orgulha-se quando consegue e desespera-se quando cai. Mas quando ela se entrega à Divina Presença EU SOU, aprende a dizer, com humildade e autoridade, não sou eu separado que realiza a obra, é a Presença do Todo Poderoso em mim que me chama, me sustenta, me corrige, me levanta e me conduz. Esta entrega não elimina o esforço. Ela santifica o esforço. Não elimina a vigilância. Ela ilumina a vigilância. Não elimina a disciplina. Ela transforma disciplina em devoção.
Eu vos peço, então, que não trateis a força vital como coisa banal. Não entregueis vosso templo a qualquer altar. Não ofereçais vossa imaginação a qualquer imagem. Não permitais que a solidão vos empurre para correntes que depois enfraquecem a vossa paz. Quando a carência vier, respirai na Presença. Quando o impulso vier, não o odieis, elevai-o. Quando a fantasia vier, não negocieis com ela, iluminai-a com a afirmação sagrada. Quando a queda acontecer, não permaneçais no chão fabricando desculpas ou chicotes. Levantai, invocai a Lei do Perdão, retornai ao caminho e aprendei a fechar a porta antes que a tempestade entre. O sábio não é aquele que nunca vê a nuvem, mas aquele que aprende a recolher a lâmpada antes do vendaval.
Eu vos entrego esta contemplação como decreto vivo do coração. Eu Sou a Ressurreição e a Vida em minha energia vital. Eu Sou a Ressurreição e a Vida em minha consciência. Eu Sou a Ressurreição e a Vida em meu corpo, templo do Altíssimo. Eu Sou a Ressurreição e a Vida em minha mente, que agora se purifica. Eu Sou a Ressurreição e a Vida em meu coração, que agora se reconcilia com o amor verdadeiro. Eu Sou a Ressurreição e a Vida em minha palavra, que agora serve à verdade. Eu Sou a Ressurreição e a Vida em meus sentidos, que agora se tornam portas de luz e não de escravidão. Eu Sou a Ressurreição e a Vida em minha memória, que agora entrega o passado ao Fogo Sagrado. Eu Sou a Ressurreição e a Vida em meu caminho, que agora retorna ao centro da Divina Presença.
Recebei, Buscador e Buscadora, esta palavra não como peso, mas como convocação. A vossa vida não foi criada para a dispersão. A vossa energia não foi criada para a escravidão. O vosso corpo não foi criado para a vergonha. O vosso desejo não foi criado para ser tirano. A vossa mente não foi criada para ser mercado de imagens. O vosso coração não foi criado para migalhas de amor. Vós fostes criados para que a Luz encontrasse forma, para que o Verbo encontrasse voz, para que o amor encontrasse mãos, para que a presença divina encontrasse templo, para que a Terra recebesse, através de vós, um pouco mais de céu.
Eu encerro esta revelação oracular dizendo que a vitória começa no ponto exato em que a alma deixa de justificar a própria prisão e começa a amar a própria libertação. Afirmar Eu Sou a Ressurreição e a Vida é aceitar que nenhuma sombra tem a última palavra sobre o ser. É aceitar que a energia dispersa pode retornar, que a mente turva pode clarear, que o coração ferido pode amar novamente, que o corpo pode tornar-se aliado da oração, que a sexualidade pode ser purificada, que a consciência pode subir, que a vida pode ser reorganizada pela Presença. Não prometo caminho sem provas, mas anúncio uma luz que não abandona quem caminha com sinceridade. Não prometo transformação sem disciplina, mas anúncio uma graça que sustenta cada passo verdadeiro. Não prometo ausência de luta, mas anúncio que a Presença EU SOU é maior do que a força da queda.
Que o Buscador e a Buscadora da Verdade respirem agora com reverência. Que recolham a energia espalhada. Que chamem de volta a atenção perdida. Que consagrem os sentidos, a palavra, o pensamento, o coração e o corpo. Que deixem a música harmoniosa do Despertar da Divina Consciência tocar nas câmaras secretas da alma. Que o fogo inferior seja elevado ao altar superior. Que o desejo se torne oração. Que a oração se torne presença. Que a presença se torne serviço. Que o serviço se torne amor. Que o amor se torne luz. Que a luz se torne vida. E que, em tudo, por tudo e acima de tudo, ressoe no templo interior a magna afirmação de vitória, purificação e retorno ao Altíssimo: Eu Sou a Ressurreição e a Vida.
Mensageiro da Sagrada Alquimia do EU SOU sob a Ordem Divina do Mestre Yeshua Ha'Mashiach
Jp Santsil
